2014-09-06

BOMBA: PETROLÃO - A LISTA DE PAULO ROBERTO - DETONADO TODOS NO CONGRESSO. AGORA DÁ PARA ENTENDER MELHOR PORQUE O BRASIL FALIU.

BOMBA:Petrolão – A lista de Paulo Roberto: esquema corrupto lotado na Petrobras distribuiu propina durante os governos Lula e Dilma; compra de Pasadena foi fraudulenta; Lula sabia de tudo.


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Revista divulga lista de políticos delatados por ex-diretor da Petrobras

Paulo Roberto Costa, relatou a formação de um cartel de empreiteiras dentro da estatal

A revista Veja divulgou na madrugada deste sábado (06) a lista de políticos delatados pelo o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. O ex-diretor fez acordo de delação premiada com a Polícia Federal (PF) para reduzir pena no processo da operação Lava-Jato, que desmantelou um esquema de lavagem de dinheiro e corrupção na Petrobrás.
O depoimento à PF foi realizado durante a sexta-feira. Os políticos delatados por Paulo Roberto Costa, segundo a revista Veja:
-Edison Lobão, ministro das Minas e Energia, PMDB
-João Vaccari Neto, secretário nacional de finanças do PT
-Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara dos Deputados, PMDB
-Renan Calheiros, presidente do Senado, PMDB
-Ciro Nogueira, senador e presidente nacional do PP
-Romero Jucá, senador do PMDB
-Candido Vaccarezza, deputado federal do PT
-João Pizzolatti, deputado federal do PP
-Mario Negromonte, ex-ministro das Cidades, PP
-Sergio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro, PMDB
-Roseana Sarney, governadora do Maranhão, PMDB
-Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco, PSB – morto no mês passado em um acidente aéreo
Costa relatou a formação de um cartel de empreiteiras dentro da estatal. Segundo ele, cinco partidos eram beneficiários de recursos desviados por meio de comissões em contratos arranjados.
O ex-diretor afirmou que os desvios envolviam desde funcionários do terceiro escalão até a cúpula da empresa, entre 2004 e 2012. Como os políticos têm foro privilegiado, os depoimentos serão remetidos à Procuradoria-Geral da República, que só irá receber a documentação ao final do processo de delação. O número de políticos mencionados ainda pode aumentar até o final do processo. (Fonte: http://gaucha.clicrbs.com.br)
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05/09/2014 - 20h30

Renan Calheiros é citado em depoimentos da Lava Jato

O nome do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi mencionado pelo ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, em depoimentos prestados à Justiça na tentativa de conseguir o perdão judicial por meio da delação premiada. A empresa UTC Engenharia também foi citada pelo ex-executivo como integrante do esquema que desviou recursos de contratos bilionários da Petrobras. As empresas ganhariam os contratos em troca de pagar propina de 3% para deputados e senadores, conforme antecipado pelo Broadcast nesta tarde.

Um dos negócios mencionados envolvendo Renan é um acerto com o doleiro Alberto Youssef para que o Postalis comprasse R$ 50 milhões emitidos da Marsans Viagens e Turismo, que tinha Youssef como um dos investidores. O doleiro teria se reunido com Renan, em Brasília, no início de março, para acertar a comissão do PMDB nesse negócio. O fundo de pensão dos Correios é controlado pelo PMDB e PT. O negócio não ocorreu porque estava em curso quando Youssef e Paulo Roberto foram presos. A empresa fechou após as prisões. A assessoria de Renan afirmou que não localizou o senador para comentar o assunto. A UTC Engenharia também não respondeu até a noite desta sexta-feira, 5, os questionamentos da reportagem.

No início das investigações, foram citados nomes de vários parlamentares e partidos supostamente envolvidos no esquema de corrupção. Entre eles, o tesoureiro do PT, João Vaccari, os deputados André Vargas (sem partido-PR), Luiz Argolo (SD-BA) e o senador Fernando Collor (PTB-AL). O ex-diretor da Petrobras envolveu 32 deputados e senadores e um governador de cinco partidos políticos que receberiam 3% de propina em negócios com contratos da Petrobras durante sua gestão na diretoria de abastecimento da empresa. Desde a sexta-feira passada, Paulo Roberto está prestando depoimentos diários que se estenderam por toda semana numa tentativa de conseguir o perdão judicial por meio da delação premiada.

Paulo Roberto relatou aos policiais a formação de um cartel de partidos políticos que atuavam para desviar recursos da Petrobras por meio de comissões em contratos arranjados. E exemplificou: "Todo dia tinha político batendo na minha porta". Num dos depoimentos, ele citou uma conta de um "operador do PMDB" em um banco europeu.

Paulo Roberto contou que os desvios nos contratos da Petrobras envolveriam desde o funcionário do terceiro escalão até a cúpula da empresa, durante sua gestão na diretoria de Abastecimento.

O ex-executivo também citou nomes de empreiteiras que conseguiram os contratos. Inicialmente seu alvo foram as empresas, mas não havia como isentar os políticos, uma vez que foram beneficiados com propinas. Por causa da citação aos políticos, que têm foro privilegiado, os depoimentos estão sendo enviados para a Procuradoria Geral da República.

A reportagem apurou que o acordo de delação premiada assinado por Paulo Roberto prevê praticamente o perdão judicial. A pena será mínima perto dos 50 anos que poderia pegar se respondesse aos processos. Paulo Roberto deve ficar um ano usando tornozeleira eletrônica, em casa, no Rio, sem poder sair na rua.

Os depoimentos têm sido longos. No primeiro dia, duraram mais de quatro horas. Pessoas que estiveram com ele dizem que está exausto, mas se diz aliviado. O ex-executivo teria demonstrado preocupação apenas quando soube que a imprensa noticiou a delação premiada. Seu temor é se tornar um "arquivo vivo". São horas de relatos, acompanhados de um advogado, um delegado e um membro do Ministério Público.

Os depoimentos são todos filmados e tomados em uma sala na Custódia da PF. Ao final de cada dia, são lacrados e criptografados pelo MPF, que os envia diretamente para a PGR que mandou emissário a Curitiba no início do processo de delação. O doleiro Alberto Youssef, preso acusado de ser um dos cabeças do esquema desbaratado pela Lava Jato, também tentou negociar com o MP uma nova delação premiada (ele fez a primeira no caso do Banestado), mas o advogado o demoveu da ideia porque pegaria pelo menos 3 anos de prisão, em regime fechado.

Agência Estado

Extraído de: http://www.opovo.com.br/app/politica/ae/2014/09/05/noticiaspolitica...

É ÓBVIO QUE COVARDES, FRACOS E CORRUPTOS IRIAM NEGAR - Somente o CORAJOSO É HONESTO E INCORRUPTÍVEL:
Até agora os três não estão entre os citados pelo ex-diretor da Petrobras, mas as revelações afetaram diretamente as campanhas do PT e do PSB ao Palácio do Planalto.

Política

Políticos citados em depoimento têm algo em comum: todos negam

Citados classificam depoimento como 'especulação' e tentam se distanciar do ex-diretor da Petrobras

Laryssa Borges, de Brasília
Michel Temer: "A delação premiada tem seus problemas. O PMDB como instituição não tem nada a ver com isso."
Michel Temer: "A delação premiada tem seus problemas. O PMDB como instituição não tem nada a ver com isso."(Eduardo Biermann/VEJA)
Políticos citados por Paulo Roberto Costa como beneficiados de um esquema bilionário de desvio de dinheiro e pagamento de propina, negaram neste sábado a participação no escândalo. Enquanto a ex-senadora Marina Silva (PSB) e a presidente Dilma Rousseff (PT), candidatas na corrida presidencial, classificaram como “ilações” e “especulações” os dados fornecidos à justiça pelo delator, o vice-presidente da República, Michel Temer, disse que o instituto da delação premiada “tem seus problemas” e afirmou que o PMDB, cujos integrantes são apontados por Costa como beneficiários de propina, “não tem nada a ver com isso”. Até agora os três não estão entre os citados pelo ex-diretor da Petrobras, mas as revelações afetaram diretamente as campanhas do PT e do PSB ao Palácio do Planalto.
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Cabe a Zavascki homologar delação premiada de Paulo Roberto


Os nomes elencados por Costa incluem o ex-governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, além do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Os nomes das autoridades com foro privilegiado foram encaminhados ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, responsável por levar o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF). Caberá ao relator no STF, ministro Teori Zavascki, analisar o teor das informações fornecidas pelo ex-diretor da Petrobras e homologar a delação.

“Houve menções vagas a pessoas do partido. O PMDB como instituição não tem nada a ver com isso. A delação premiada tem seus problemas. Isso tem que ser levado com muito cuidado para que não haja acusações infundadas”, disse o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), em Maceió (AL).

Candidato ao governo do Rio Grande do Norte, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), citado pelo delator, disse que não foram apresentadas provas contra ele e que a citação de Paulo Roberto Costa não é uma “denúncia formal nem fundamentada”. “Nunca pedi nem recebi quaisquer recursos por meio do senhor Paulo Roberto Costa. As afirmações foram feitas em um processo de delação premiada sem apresentação de provas. E delação premiada exige provas. Peço a todos que fiquem atentos à manipulação do episódio na campanha eleitoral por candidatos sem respeito pela verdade dos fatos”, disse Alves.
Ex-líder do governo, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), negou ter recebido dinheiro de Paulo Roberto Costa e informou que conhece o ex-diretor da Petrobras apenas “de maneira institucional”. Outro político que alegou manter apenas "relações institucionais" com o ex-diretor da Petrobras foi o atual governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), que saiu em defesa do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), citado por Paulo Roberto no depoimento.
A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), que também está na lista de autoridades mencionadas por Paulo Roberto Costa, disse repudiar “de forma veemente e com grande indignação” as referências a ela. “Nunca participei de nenhum esquema de corrupção e muito menos solicitei ao ex-diretor da Petrobras recursos de qualquer natureza. Tomarei todas as medidas jurídicas cabíveis para resguardar minha honra e minha dignidade”, afirmou.
O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, apontado por Paulo Roberto como a ponte entre o PT e o esquema de distribuição de propina da Petrobras, disse neste sábado que “nunca tratou de assunto relativo ao partido” com o ex-diretor da estatal. “É absolutamente mentirosa a declaração de que tenha havido qualquer tratativa, seja pessoal, por e-mail ou mesmo telefônica, com o referido senhor a respeito de doações financeiras ou qualquer outro assunto”, completou ele.

Justiça – Na Bahia, o presidente estadual do Democratas, José Carlos Aleluia, anunciou que pretende recorrer à Justiça para pedir o afastamento do deputado Mário Negromonte do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) da Bahia. O parlamentar, que foi ministro das Cidades no governo Dilma Rousseff, também foi citado como beneficiário do esquema de propina delatado por Paulo Roberto Costa. “Vamos pedir à Justiça o afastamento dele imediatamente. É uma afronta ao Estado a permanência dele lá. O governador Jaques Wagner desmoralizou o estado da Bahia ao defender e eleger o ex-deputado Mário Negromonte como conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM)”, disse o presidente do DEM.
Extraído de: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/politicos-citados-em-depoim...
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06/09/2014
Petrolão – A lista de Paulo Roberto: esquema corrupto lotado na Petrobras distribuiu propina durante os governos Lula e Dilma; compra de Pasadena foi fraudulenta; Lula sabia de tudo. Eduardo Campos era um dos beneficiários. E Dilma? Pois é…

 

Paulo Roberto conta como funcionava o propinoduto que atuava na Petrobras e dá os nomes
Paulo Roberto conta como funcionava o propinoduto que atuava na Petrobras e dá os nomes
Entre 2004 e 2012, Paulo Roberto Costa foi diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras. Ocupou, portanto, esse cargo, em sete dos oito anos do governo Lula e em quase dois do governo Dilma. Ao longo desse tempo, comandou o que pode ser chamado de “Petrolão” — ou o mensalão da Petrobras. As empreiteiras que faziam negócio com a estatal pagavam propina ao esquema e o dinheiro era repassado a políticos. A quais? Paulo Roberto já entregou à Polícia Federal e ao Ministério Público, num acordo de delação premiada, os nomes de três governadores, de um ministro de estado, de um ex-ministro, de seis senadores, de 25 deputados e de um secretário de finanças de um partido. Segundo o engenheiro, Lula sempre soube de tudo. E, até onde se pode perceber por seu depoimento, talvez a presidente Dilma — que era a chefona da área de energia do governo Lula e presidente do Conselho da Petrobras — não vivesse na ignorância. Paulo Roberto diz que a compra da refinaria de Pasadena foi, sim, fraudulenta e serviu para alimentar o esquema.
Paulo Roberto começou a prestar seu depoimento no dia 29 de agosto. Já gravou 42 horas de conversa. E, tudo indica, está apenas no começo. O Ministério Público Federal e o STF acompanham a operação, já que a denúncia envolve uma penca de autoridades com direito a foro especial. O esquema que ele denuncia é gigantesco. Ainda voltaremos muitas vezes a esse tema. Mas notem como é ridícula toda aquela conversa sobre financiamento público de campanha. Ainda que isso existisse, o mecanismo não serviria para impedir que máquinas criminosas se instalassem em estatais. Se o Brasil quer acabar com boa parte da roubalheira, deve começar privatizando as empresas públicas. Quais? Todas!
VEJA teve acesso a parte do depoimento de Paulo Roberto e traz reportagens exclusivas na edição desta semana, com a lista dos nomes citados por Paulo Roberto. Entre eles, estão cabeças coroadas da política brasileira, como o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, que morreu num acidente aéreo no dia 13 de agosto, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), e Sérgio Cabral, ex-governador do Rio (PMDB). Paulo Roberto acusa ainda Edison Lobão, atual ministro das Minas e Energia, e atinge o coração do Congresso: estão em sua lista os presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
PT, PMDB e PP seriam os três beneficiários do esquema, que teria também como contemplados os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Romero Jucá (PMDB-RR), e os deputados João Pizzolatti (PP-SC) e Candido Vaccarezza (PT-SP), que já havia aparecido como um dos políticos envolvidos com o doleiro Alberto Youssef, que era quem viabilizava as operações de distribuição de dinheiro. Mas há muitos outros, como vocês poderão constatar nas reportagens de VEJA, como Mário Negromonte, ex-ministro das Cidades, do PP da Bahia.
O esquema começou no governo dele, que, segundo Paulo Roberto, sabia de tudo...
O esquema começou no governo dele, que, segundo Paulo Roberto, sabia de tudo…
...e continuou no governo dela. Será que não sabia? O engenheiro está magoado a presidente...
…e continuou no governo dela. Será que não sabia? O engenheiro está magoado com a presidente…
Lula e Dilma não quiseram se pronunciar a respeito. Os demais negam envolvimento com Paulo Roberto. Alves, o presidente da Câmara, chega a dizer ao repudiar a acusação: “A Petrobras é petista”. Que o PT estivesse no centro do esquema, isso parece inegável. Um dos nomes da lista feita pelo engenheiro é João Vaccari Neto, o homem que cuida do dinheiro do PT. É secretário de Finanças do partido. Ele é, vejam a ironia da coisa, o substituto de Delúbio Soares. Não é a primeira vez que seu nome frequenta o rol de envolvidos em escândalos.
Paulo Roberto tem noção da gravidade de suas acusações. Tanto é que, quando ainda hesitava em fazer a delação premiada, cravou a frase: “Se eu falar, não vai ter eleição”.
E por que falou? A interlocutores, ele diz que não quer acabar como Marcos Valério, que ficará por muitos anos na cadeia, enquanto os chefões políticos do mensalão já se preparam para viver dias felizes fora do xadrez. O homem também está muito magoado com a presidente Dilma. Até agora, ele não fez nenhuma acusação direta à candidata do PT à reeleição — Lula não escapou —, mas deixa claro que ela foi, sim, politicamente beneficiada pelo propinoduto, que mantinha feliz a base aliada.
Qual vai ser o desdobramento político disso? Vamos ver. Uma coisa é certa: as revelações de Paulo Roberto atingem em cheio as duas candidatas que lideram a disputa pela Presidência da República: Dilma, por razões óbvias, e Marina, por razões menos óbvias, mas ainda assim evidentes. Ela é a atual candidata do PSB à Presidência. Confirmadas as acusações de Paulo Roberto, é de se supor que o esquema ajudou a financiar as ambições políticas de Campos, de que ela se tornou a herdeira.
A situação de Dilma, obviamente, é mais grave: afinal, ela era a czarina do setor energético, ao qual pertence a Petrobras. Presidia também o seu conselho. Deu um empregão para Nestor Cerveró, o homem que ajudou a viabilizar a compra de Pasadena, que Paulo Roberto agora diz ter sido fraudulenta. O chefão das finanças de seu partido é um dos implicados no esquema.
Paulo Roberto ainda está preso. Ele se comprometeu a abrir mão dos bens que acumulou em razão do esquema fraudulento e a pagar uma multa. As pessoas que atuam na investigação têm agora de confrontar suas informações com outras provas colhidas, com o objetivo de verificar se suas informações são procedentes. Se forem e se ele realmente ajudar a desbaratar um esquema de falcatruas bilionárias, pode até ganhar a liberdade.
A República treme.
Por Reinaldo Azevedo
Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/petrolao-a-lista-de-pa...
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