2014-10-01

QUEM IGNORA E DESRESPEITA A SOBERANIA DO PAÍS...

QUEM IGNORA E DESRESPEITA A SOBERANIA DO SEU PAÍS 

OS DEIXA A MERCÊ DE BANDIDOS TIRANDO DE VOCÊ O SEU SOSSEGO

O SEU DIREITO, O SEU DINHEIRO, MATANDO OS SEUS AMIGOS E FAMILIARES,

NÃO DÊ O SEU DIREITO PARA OUTROS CUIDAREM.

 PARA ELES ISTO SIGNIFICA DOMÍNIO. 

O SEU PODER E A SUA LIBERDADE PERTENCE A VOCÊ ... 

PENSE E REFLITA SOBRE ISTO! 


Tomara que o povo entenda melhor dos seus direitos e comece a agir antes que seja tarde. 
Sinto muito por toda esta confusão. 
E lamento o fato das pessoas estarem temerosas de manifestar o que realmente quer com relação a esta situação.
Enquanto isto o Brasil esta sendo corroído pelos ratos no poder.
ISTO É MUITO TRISTE!

AÇÃO GERA REAÇÃO,

então vamos agir para que a reação realmente seja pelo planeta,

 pela terra, pelo brasil, pela vida. Se é minha vontade valorizar tudo isto, 

Eu clamo pelas Forças Armadas! Peço sim, a eles, perdão por tudo que fizeram a eles. 
Mesmo que eu não deva esta inconsciência, faço pelo bem dos meus filhos e netos. 
Pelo meu país e por todos os inocentes.

Que a Divina Luz  nos ilumine e nos permita dias de Gloria e Paz. 
Amém
Marcia Leonides Lima Loureiro
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Foto de Andrea Protzek  FACEBOOK
ENTENDAM COMO É E COMO FUNCIONA UMA INTERVENÇÃO MILITAR.
Sex, 07 de Março de 2014 |
| Escrito por smbrjesusmilita
Já é costumeiro a editoria receber e-mails taxando-nos de fascismo, nazismo, de ser amigos de Bolsonaro, homofóbicos e outras coisas. Contudo, nas últimas semanas os xingamentos aumentaram bastante, a esquerda está agitada por conta do crescimento do debate filosófico e pela recente disposição da direita em se manifestar publicamente, começando pelo próximo dia 22. Há dois dias publicamos uma visão interessante sobre o “Dia seguinte” após a intervenção militar que se pede. Recebemos centenas de e-mails e comentários, apoiando ou rechaçando a visão do autor. Publicaremos alguns, mantendo a linha democrática da revista.
 (Não editamos textos de terceiros. As posições e colocações são de responsabilidade. dos autores.)
Resposta de Cristina P. A autora se destaca, junto com Isabella T., na grande rede por ser uma das principais geradoras de conteúdo relacionado à manifestação marcada para o dia 22 de março. Recentemente publicou fotografias em frente ao quartel da Polícia em São Paulo após informar às autoridades sobre a realização do evento. Eis sua visão sobre a questão.
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ENTENDAM COMO É E COMO FUNCIONA UMA INTERVENÇÃO MILITAR.

Intervenção militar não se confunde com golpe militar, muito menos com quartelada.
Golpe é quando os militares, motivados apenas por suas convicções políticas, agem por conta própria, abusam da força e depõem um governo legítimo, contra a vontade geral da população.
Quartelada é pior ainda. É quando os militares, em defesa de interesses próprios, por motivos fúteis, ou só para mostrar quem manda, derrubam governos. Quartelada, além de ser crime, só serve para desmoralizar o país.

As Forças Armadas precisam do chamado da maioria do povo para poder agir a nosso favor, em defesa do Brasil. Por isso não agiram até agora, pois se o tivessem feito, o governo atual, PT, conseguiria, junto com seus aliados e junto com o povo PeTista e comprado, desmoralizar as FFAA e se isso ocorrer o PT conseguirá retornar ao poder nos braços do “povo” e terá todas as desculpas e justificativas para baixar leis e medidas que praticamente anularão as Forças Armadas brasileiras, e abrirão caminho para a sua extinção e substituição por algum “exército popular” e ai sim será o fim de tudo e o Brasil irá, definitivamente, transformar-se numa gigantesca CUBA.

A intervenção militar só acontece em casos extremos, quando a desordem toma conta do País e o governo civil perde a capacidade de manter a ordem e garantir a segurança da população, ou a integridade territorial do País. A constituição brasileira prevê o que acontece em situações de grave crise.
No artigo 137 ela regulamenta o estado de sítio, no qual diversas garantias constitucionais são suspensas e as autoridades adquirem poderes extraordinários para restabelecer a ordem e garantir a segurança. Mas no estado de sítio, as Forças Armadas continuam subordinadas à Presidência da República.

O artigo 142 da constituição brasileira, este define que as Forças Armadas, e estão subordinadas à "Autoridade Suprema do Presidente da República". Ou seja, tanto nas situações normais como no estado de sítio, quem manda nas Forças Armadas é a Presidente da República. Mas o mesmo artigo abre exceção, quando diz também que, para a defesa da lei e da ordem, as Forças Armadas podem agir por iniciativa de qualquer um dos três poderes constitucionais. Ou seja, em questão de segurança interna, as Forças Armadas não estão subordinadas apenas ao Presidente: podem receber ordens também diretamente do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal.

Então as FFAA respondem aos três poderes: o Executivo, o Congresso e o Supremo Tribunal Federal. Porém:

Se o congresso decrete o impedimento da Presidente, ou o Supremo Tribunal a condene por grave crime, mande prendê-la, e esta se recuse a abandonar o cargo e ela ordene ao Exército que a defenda. Nesses casos, as Forças Armadas podem desobedecê-la, e atender às ordens do Congresso ou do STF.
Existe alguma forma legal em que as FFAA podem agir por sua própria determinação, passando por cima dos três poderes da República? Sim !!!

A constituição brasileira de 1988 define as Forças Armadas como "instituições nacionais permanentes". Isso significa que as Forças Armadas não são simples órgãos do Governo, mas sim, são pilares da Nação. Segundo a mesma constituição de 1988, as Forças Armadas se destinam "à defesa da Pátria". Isso é muito importante: elas são obrigadas a defender a Pátria, não o Governo. Elas existem para servir à Nação. Governo e Nação, não é a mesma coisa. A Nação vem antes do Governo, e está acima dele. Se o Governo trai a Pátria e se volta contra ela, as Forças Armadas têm obrigação de ficar contra o Governo. Não podem, em nenhuma hipótese, ser usadas contra a Pátria. Caso recebam ordens de agir contra o Brasil, têm o direito e o dever de desobedecer.

Os interesses da Nação podem exigir medidas políticas que passam por cima da constituição e das leis. A intervenção militar é um desses casos.

Ela pode ocorrer quando a população expressa claramente o seu desejo de mudar o Governo. Ex:
A Marcha da Família de 1964 foi interpretada como manifestação suficiente da vontade popular, não somente pelos militares, mas também pelos políticos e lideranças civis responsáveis. Outro exemplo mais recente foram os acontecimentos no Egito, quando multidões contrárias ao governo Islamita irromperam nas ruas e impossibilitaram a continuidade do regime. Em ambos os casos, era claro que a continuação daquele governo levaria ao caos; e era claro, também, que as Forças Armadas não podiam, moralmente, obedecer às ordens legais do governo e massacrar o povo nas ruas.

Resumindo: Quando os militares vão agir ???? É a pergunta de muitos.

Eles vão agir quando o povo nas ruas e a opinião pública responsável mostrarem que aceitam a sua intervenção, de modo que não deixe dúvida. E isso não acontecerá de imediato. Não acontecerá em uma única saída como a MARCHA DA FAMÍLIA COM DEUS QUE OCORRERÁ EM 22/03/2014. Talvez seja necessário sairmos mais outras vezes para que sejamos politicamente e legalmente ouvidos.

O silêncio das Forças Armadas não significa que não estão nos ouvindo, significa apenas que ainda não é hora de agir por tudo o que já foi explicado acima. Pois a vontade tem que vir do povo em sua maioria ou em várias vezes como o que iremos fazer. Por isso temos que continuar nos unindo e continuar nossa luta, pois seremos atendidos sim.

Quem ama o Brasil e confia nas Forças Armadas, deve saber esperar a hora.

NÃO PODEMOS NUNCA EXIGIR A ATUAÇÃO DAS FFAA E SIM PEDIR !!! Provocá-las, achincalhá-las por não agir, acusá-las de covardia ou de conformismo, é ato de PROVOCAÇÃO CRIMINOSA.
De Cristina P.
LEIA AQUI: Artigo Sobre o Dia seguinte após a Intervenção.
http://sociedademilitar.com.br