2014-08-25

. GOSTO DE RECEITAS CASEIRA - A SAÚDE DOS RINS E A ERVA QUEBRA PEDRA.

A saúde dos Rins e a erva Quebra Pedra



"Cálculos Renais"
Cálculos renais, também conhecidos como pedras nos rins,
a doença pode provocar uma cólica abdominal intensa,
dores ao urinar e infecções urinárias recorrentes.
Texto Samantha Cerquetani
Foto: Shutterstock
Adaptação: Marília Alencar
1. O que são?
Os cálculos renais, também conhecidos como “pedra nos rins” ou nefrolitíase, surgem quando alguns componentes da urina (sais minerais) aumentam, tornam-se sólidos e se depositam nos rins ou no aparelho urinário.
Os principais elementos formadores de cálculo são: cálcio, oxalato e ácido úrico.
A urina elimina determinados elementos que só podem ser excretados quando diluídos em água.
O rim concentra a urina de forma que a menor quantidade de água necessária seja utilizada para dissolver esses sais minerais. Se nesse processo ocorrer escassez de água ou excesso de sais, surgem as “pedras nos rins”.
Mais comum em homens, o problema atinge até as crianças. Há maior predisposição em pessoas com histórico familiar, que morem ou trabalhem em locais quentes, tenham uma dieta rica em sal e proteína animal e bebam pouco líquido.
2. Sintomas
O cálculo, quando ainda está no rim, costuma ser assintomático. A clássica cólica renal se caracteriza por uma dor intensa que começa na região lombar ou lateral do abdome.
 Além disso, o indivíduo pode apresentar infeção  urinaria de repetição, presença de sangue na urina (hematúria), urgência miccional, dor ao urinar, náuseas e vômitos.

3. Diagnóstico
O problema de saúde pode ser detectado por meio de avaliação clínica, exame comum de urina, ultrassonografia dos rins, tomografia helicoidal sem contraste, raio X simples do abdome.


4. Prevenção
Para detecção precoce da doença, os médicos recomendam realizar exames sanguíneo, de urina e imagem. Além disso, deve-se ingerir pelo menos 2 litros de líquidos por dia, reduzir o consumo de sal e proteína na dieta e ingerir mais frutas cítricas e alimentos ricos em potássio.
5. Tratamento
Na fase aguda são usados analgésicos e hidratação. Em alguns casos é preciso remover o cálculo por meio de uma cirurgia ou com litotripsia (ondas de choque a laser) que quebram as pedras para que elas possam ser expelidas pela uretra.
A análise dos exames de imagem verifica a localização e o número de cálculos existentes, assim como a presença de dilatação da via urinária.
Após essa fase, deve-se realizar uma investigação metabólica para detectar uma possível causa para a formação do cálculo renal, pois para cada alteração existe um tratamento específico.
PEDRA NOS RINS: SAIBA COMO SE PREVENIR
Texto: Romulo Osthues
Adaptação: Letícia Maciel
Foto: Shutterstok.
1 - Pedra nos rins tem várias causas. Descubra algumas indicações de prevenção e tratamento.
É importante sempre se manter hidratado, tomar no mínimo 2 litros de água por dia ajuda a previnir o desconforto renal, veja mais dicas com médicos e nutricionistas:

Tomar 2 litros de água por dia ajudam na prevenção e tratamento de pedra nos rins.
Como identificá-lo?
 O médico ensina:
“Pode até ser sem dor a aparição, mas ela começa na lombar e irradia para afrente da barriga, chegando à parte mais baixa.
 O cálculo pode machucar os canais do sistema urinário, o que acarretaria sangramento. É normal: um grande volume de sangue não significa maior ou menor gravidade”, alerta Oscar Galvão.
A alimentação pode previnir pedra nos rins?
A alimentação exerce um papel importantíssimo na prevenção. A dica é controlar o consumo de alimentos ricos em oxalato de cálcio (amendoim, espinafre, morango, cenoura etc. ).
 O consumo exagerado de vitamina C deve ser evitado.
“Em relação ao cálcio, sabemos que esse mineral tem afinidade com o oxalato (eles se juntam e formam o cálculo), e essa afinidade se dá também no intestino no momento da absorção”.
 Evite: sódio em demasia (sal refinado, embutidos e enlatados), excesso de proteínas de origem animal (carne vermelha, frango, peixe e ovos), excesso de alimentos com purinas (bebidas alcoólicas, vitela, bacon, miúdos, sardinha, bacalhau, galeto, peru e porco), chás preto e mate e bebidas isotônicas.
Para proteger-se, indicam-se alimentos ricos em potássio (feijões, banana, vegetais verde-escuros, frutas secas, tomate e batata-inglesa), laranja, limão, mexerica e outros cítricos, que dificultam a formação de cálculos) e os líquidos em geral, para aumentar o volume urinário, dicas das nutriconistas Andrezza Botelho e Thatiana Galante.
Como é o tratamento de cálculo renal?
“Tem de ir ao hospital para receber analgésicos, antiespasmódicos e fazer os exames para identificar a razão da formação de cálculos renais. O tratamento é feito sobre a causa deles, o que os originou”, ressalta Oscar Pavão, nefrologista do Hospital Israelita Albert Einstein (SP).
 Os cálculos têm chances de sair sozinhos. Acima de 0,8 cm, podem ser retirados por cirurgia endoscópica. Há também uma forma de eliminá-los chamada litotrícia extracorpórea, que consiste em ondas de choque emitidas por fora do corpo sobre os cálculos, fazendo que eles se dissolvam.
Existem outras alternativas que podem ajudar
no tratamento de pedra nos rins?
Existem alternativas fitoterápicas, mas nada pode ser feito sem orientação médica. “O urologista deve ser avisado se o paciente utilize as duas formas de tratamento devido à interação medicamentosa que poderá ocorrer”, diz Leda Pinheiro, nutricionista fitoterapeuta.
Segundo ela, a omissão do uso de medicamentos pode levar ao agravamento de doenças.
 “Todo uso excessivo de qualquer planta medicinal pode acarretar toxicidade. Assim, aconselham-se intervalos de uso e mudanças de tipo ou espécie, além da quantidade tomada diariamente”, ressalva.
 As mais utilizadas na prevenção e/ou eliminação
de cristais e pequenas pedras são:
* Barosma betulina ou Barosma cranulata (buchú redondo);
* Phyllanthus niruri (quebra-pedra ou erva-pombo);
* Petroselinum crispum ou Petroselinum sativum (salsa comum ou salsa-de-cheiro);
* Betula alba (bétula);
* e Zea mays (barba de milho).
** Para amenizar a dor, chás calmantes:
* (melissa, erva cidreira, camomila e hortelã) .
 Mas ela só irá cessar quando os cálculos forem expulsos. Uma das funções mais importantes dos rins é a fabricação de um hormônio que ajuda na fabricação e maturação dos glóbulos vermelhos.
Embora pequenos, a nossa sobrevivência depende do funcionamento normal dos rins, que, por serem altamente especializados, não existem outros órgãos que exerçam sua função.
 Listamos algumas delas:
FILTRAGEM
Semelhante ao funcionamento de filtros, os rins trabalham para deixar o organismo livre de impurezas.
O sangue, quando passa por eles por meio de uma grande rede de vascularização, é purificado por células renais especializadas, os glomérulos.
 As toxinas resultantes dessa filtragem são eliminadas por meio da urina. O sangue, limpo, volta ao coração por uma veia renal. Quando os rins não trabalham direito, as toxinas se acumulam no sangue, o que pode causar um quadro sério como uremia.
 Os sintomas são: náuseas, debilidade, fadiga, desorientação, dispnéia e inchaço nos braços e pernas.
Veja mais sobre doenças nos rins:
EQUILÍBRIO QUÍMICO
O balanço da química internado organismo também depende do trabalho dos rins. São eles que regulam o equilíbrio de sais minerais que ingerimos para que não haja uma quantidade maior de um em detrimento do outro.
 A regularização de minerais, como o cálcio e fósforo, por exemplo, entra nesse delicado processo químico. Se houver uma disfunção renal, pode acontecer uma alteração na formação dos ossos.
 O mau funcionamento afeta o tecido ósseo por outro motivo: nos rins também é fabricada uma forma ativa de vitamina D.
REGULAR A PRESSÃO SANGUÍNEA
A pressão alta (hipertensão) pode ser causa e/ou consequência de uma doença renal crônica. Em primeiro lugar, são os rins que controlam a quantidade de sódio e de líquido do organismo.
 O excesso desse mineral vai fazer com que haja uma retenção de líquidos acima do desejado. Resultado: a pressão sanguínea sobe. Além disso, o líquido excedente fica retido nos tecidos, causando inchaços.
Os rins também secretam uma substância conhecida como renina, que, por sua vez, estimula a produção de um hormônio que eleva a pressão sanguínea.
 Quando não funcionam direito, e, por isso, há um excesso na produção de renina, a hipertensão aparece. A disfunção, então, pode se tornar uma espécie de círculo vicioso, pois a hipertensão prolongada danifica ainda mais os vasos sanguíneos já lesados, causando uma pane renal ainda maior.
AJUDAR A PRODUÇÃO DE GLÓBULOS VERMELHOS
Uma das funções mais importantes dos rins é a fabricação de um hormônio conhecido como eritropoietina, que ajuda na fabricação e maturação dos glóbulos vermelhos do sangue na medula óssea.
Quando há diminuição ou falta desse hormônio, acontece a anemia, que pode ser de leve a grave. A anemia pode atingir os pacientes portadores de DRC já em seus estágios iniciais.
E ela se torna cada vez mais presente à medida que a perda da função renal avança.
 Com a anemia, caracterizada pela diminuição dos glóbulos vermelhos e da hemoglobina, há uma queda na oxigenação do sangue, o que prejudica a qualidade de vida, podendo surgir problemas cardiovasculares, já que o coração passa a bater aceleradamente para compensar a redução da oxigenação.
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 Agora, leia outro artigo...
Quebra Pedra a erva para os rins?
Quem nunca ouviu falar na quebra-pedra? É uma planta muito fácil de se encontrar e que muitas vezes, do nada, nasce no quintal.

Muito usada contra cálculos renais, a quebra-pedra (Phyllantus niruri) evita que as pedras se formem e relaxa o sistema urinário, ajudando a expeli-las.

Isso foi comprovado em um estudo realizado pela química Ana Maria Freitas, do Departamento de Nefrologia da Universidade Federal de São Paulo.

Segundo a pesquisa, o chá de quebra-pedra reduz a adesão de cristais de oxalato de cálcio às paredes do túbulo renal. Durante dois anos o Phyllantus niruri foi ministrado a 58 ratos na forma de pó, para que os componentes não fossem alterados. Pequenas pedras de oxalato de cálcio foram implantadas na bexiga das cobaias, divididas em dois grupos.

Um deles tomou a substância diariamente, enquanto o outro ingeria apenas água. Após 42 dias os animais que não tomavam o medicamento formaram uma média de 12 pedras com cerca de 0,18 grama cada. Os demais apresentaram apenas três cálculos de aproximadamente 0,02 grama.

A análise das pedras indicou que o chá impede a aderência de macromoléculas aos cristais de oxalato de cálcio porque reverte sua polaridade.
"Os cristais se prendem à parede celular porque há uma atração elétrica entre ambos", esclarece Ana Maria.
"Os cristais têm carga positiva e a parede celular, negativa. O Phyllantus niruri parece mudar a polaridade da carga dos cristais e inibir assim sua adesão ao túbulo renal".

O chá também relaxa o sistema urinário, o que facilita a expulsão dos cálculos.


Como fazer o chá


Ferva 1 colher de sopa das folhas secas da quebra-pedra, por 10 minutos, em 1 litro de água.

Beba  de 2 a 3 xícaras por dia.

Precauções

Não beba o chá de quebra-pedra por mais de 21 dias, pois ele pode ser tóxico e até enfraquecer os dentes.

Por isso tome o chá por até três semanas, faça uma pausa de uma semana e depois volte a tomar o chá, outra vez por no máximo três semanas.

Contraindicações

Este chá não deve ser consumido por grávidas, crianças e mulheres que amamentam.

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Fonte de pesquisa:http://www.jardimdeflores.com.br/ERVAS/A33quebrapedra.htm - See more at: http://www.curapelanatureza.com.br/2009/01/clculos-renais-e-quebra-...
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